Em Curitiba
Cidade bonita. Cidade de gente bonita. O trabalho está correndo muito bem. Vixe! Há quanto tempo isso não acontece.
O aniversário acabou sendo meio capenga, mas deu pra curtir uma Guiness. Isso é bom...
Devo ficar aqui até a semana que vem. Impresvistos, imprevistos...
quarta-feira, 30 de novembro de 2005
quarta-feira, 23 de novembro de 2005
Se eletricidade matasse...
Acabei de chegar do coquetel de ex-empregados da PricewaterhouseCoopers (PwC). Como sempre, eu voltei de lá elétrico. Eu adoro ir a esse encontro anual. Sempre tem alguma coisa bacana e sempre me dá a oportunidade de pensar como quero ser visto no próximo ano.
O engraçado é como as pessoas vêem o coquetel (e a vida) de um jeito diferente... Meus colegas do tempo de consultoria trabalhista adoram perguntar se outros viram a novidade da Receita Federal, ou quanto é o salário no novo emprego... Eu gosto de pensar nos projetos. "O que você tem feito?" Ou a minha favorita: "o que o seu novo trabalho significa pra você?" Quase ninguém gosta de responder isso.
Eu adoro!
Onde você se vê daqui a 20 anos? Em QUALQUER IDADE!! Com quem você quer estar? Quanto quer ganhar? Onde quer morar? Nos próximos 6 meses, o que você tem que fazer? Descobri que metas simples ajudam a chegar muito longe.
Principalmente: em que o projeto atual contribui para o seu futuro? Por que gastar tempo em alguma coisa que não te preenche? A única pessoa com quem pude falar sobre isso largou tudo e está levando um momento sabático. Sintomático, não?
Aprendi com Les Hewitt que seus hábitos constroem o seu futuro. Resolvi domar os meus hábitos e abominar o sucesso do Zeca Pagodinho (de quem eu continuo fã) "Deixo a Vida me Levar".
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Pedro Wolff
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23.11.05
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domingo, 20 de novembro de 2005
Peter F. Drucker morreu na sexta, dia 11/11. Ele era o guru dos gurus de administração. Até meu super-herói Tom Peters lia o cara.
Então, resolvi pegar o Executivo Eficaz pra ler. É incrível. Liguei pra Estela e gastei 20 minutos falando sobre o que eu tinha lido. 7 (sete!!!!!) páginas.
O mais importante: a eficácia pode ser aprendida. São 5 hábitos bestas que, em conjunto, tornam um executivo um caboclo eficaz: controle do tempo; contribuição efetiva para a organização; decisões eficazes; estabelecimento de prioridades; força produtiva.
Qualquer pessoa que leia o meu blog devia ler esse texto. É simplesmente fantástico!
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Pedro Wolff
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20.11.05
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Faz tempo, eu não venho blogar. Relapso!
Preciso me acostumar com esse hábito. Aliás, preciso revisar meu blog... Tem um monte de link que devia ser adicionado e outro monte de link que devia sair.
Alguém, por favor, me lembra de fazer um dia de faxina?
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Pedro Wolff
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20.11.05
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sexta-feira, 11 de novembro de 2005
Terrível sensação de insignificância. Como uma espinha de peixe que arranha a garganta e o incômodo permanece, apesar da espinha já ter passado.
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Pedro Wolff
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11.11.05
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quinta-feira, 10 de novembro de 2005
Aliás, encontrei a Carol esses dias. O link pra ela taí do lado.
Ela vai bem e vai pra Espanha, França, Inglaterra, Cingapura, Taiwan e NorteShopping. Menina viajada...
Tá metendo o malho na Tok&Stok e com razão! Os caras têm que aprender um pouco mais sobre CRM. Quer saber? Pro diabo com Costumer Relationship Management. O papo agora é GRM/GUEST Relationship Management. Se você entra numa loja, é convidado. Tem que ser tratado igual convidado. Não é só um cliente, como eu tenho os meus clientes de consultoria. Cliente, eu visito. Quando sou visitado, tenho, ora, VISITA! Guest...
Viva a Disney Inc.
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Pedro Wolff
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10.11.05
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quarta-feira, 9 de novembro de 2005
Meu priminho acaba de elevar a minha namorada à categoria de família, na classificação do MSN.
Não sei se ela vai gostar, ou entrar em pânico...
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Pedro Wolff
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9.11.05
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Blogar é até divertido. Mas dá um trampo.... O que diabos escrever nessa tela em branco? O que os meus fãs gostaria de ler de mim? Aliás, terei eu algum fã?
Lá no botequim, acho que mudanças devem acontecer em breve. Vamos ver o que acontece! Adoro mudança. Adoro a impermanência budista! Mas nenhuma delas é 100% boa, ou 100% ruim.
Há engatilhei outro projeto. Esse, se der certo, vai me dar muita alegria e $$$. Só que antes, um trabalho... Claro que já distribuí tarefas pros meus fiéis escudeiros! Esse, esse e o recém-chegado ao clube, esse.
Vamos ver....
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9.11.05
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sábado, 5 de novembro de 2005
De olho na África
Fique de olho na África. Preste bastante atenção. Todo mundo fala de China e da Índia. Se você quer crescer nos próximos dez anos, fique de olho na China e na Índia. Se quer estar por aqui daqui a vinte anos, fique de olho na África.
Claro que isso é um palpite. Posso estar errado, mas historicamente, as mudanças vêm de quem não está chamando a atenção... A IBM estava de olho na HP. Chegou a Dell e...? A Mesbla estava de olho na Sears. Veio a Loja Americana e...? Então? Está todo mundo de olho na China. Vem a África e...?
A China está explodindo, agora. Os investimentos estrangeiros lá são cavernosos. Dizem, por aí, que a cada 26 horas há uma nova empresa estrangeira se estabelecendo lá. A cada 46 dias, um novo laboratório de pesquisa e desenvolvimento. Daqui a pouco, isso acaba. Não tem tanta empresa assim, né?
A ONU vai ter que cuidar da África. Os africanos não conseguem consumir muito. Estão afundados em sociedades pré-capitalistas e beligerantes. Só que isso também tem fim. Cedo ou tarde, as guerras acabam e os refugiados voltam pra casa.
Olha para Angola. A paz já chegou por lá. Odebrecht, Queiroz Galvão, Troller, Petrobrás também. Só para mencionar as empresas que são minhas clientes. Depois da construção civil e da indústria de base, o que costuma chegar? O consumo de commodities.
A ONU provavelmente vai financiar a engenharia. Ela mesma deve ser reformada, talvez até substituída como foi a Liga das Nações (mas isso é tópico pra outro post), mas vai continuar existindo uma coisa parecida. Depois disso...
Eu ficaria de olho na África. Aprenderia 3 ou 4 palavras em francês e leria sobre Tanzânia (terra de Fred Mercury), Congo e Angola. Just in case...
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Pedro Wolff
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5.11.05
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Por que é que sempre que eu leio um artigo sobre gestão, empresas e $$$$ meu coração bate mais forte?
E por que esse mesmo coração se sente deslocado no mundo quando assiste uma xaropada do tipo "Amor sem Fronteiras"?
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Pedro Wolff
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5.11.05
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quinta-feira, 3 de novembro de 2005
Projetos, projetos, projetos...
Tá bem que eu ODEIO rotina. Tudo bem, eu adoro estar em mais de 2.597 lugares num mesmo dia. Fazer um Mol de ligações na hora do almoço. Aliás, sempre ter alguém bacana pra almoçar comigo. Adoro isso.
Mas a coisa tá preta... No aniversário, um evento. Pro ano que vem, outro evento. Pra minha vida, muitos eventos! Nossa...
Enquanto isso, conheçam um parceiro bacana. Está começando a se firmar na área de cursos, aqui no Rio. Ele promete.
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Pedro Wolff
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3.11.05
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sexta-feira, 28 de outubro de 2005
Alguém tem coragem de ver a Cissa Guimarães pelada? Ela deve ser 3 meses mais nova que a minha mãe!
Aliás, uma vez eu encontrei com ela. Coisa de 10 anos atrás, na fila do orelhão do Teatro Villa-Lobos (havia um termpo em que não existia celular, sabe?). Bestinha...
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Pedro Wolff
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28.10.05
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quarta-feira, 26 de outubro de 2005
Link alterado. Sai ConnAction (obrigado por tudo, Henrique. Só tirei porque o site saiu do ar) e entra o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados.
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Pedro Wolff
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26.10.05
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Toró & Liderança
Eu devo ser a pior pessoa no mundo inteiro a falar de liderança. Sou péssimo. Como sou muito ruim pra falar sobre o assunto, leio. Amundsen, Scott (uma espécie de Amundsen às avessas), Schakleton, Churchill, o cara que escreveu O Monge e o Executivo (por incrível que pareça, vale bastante o (pequeno) $$$$)... Leio e leio e leio. Quem sabe um dia, possa falar sobre isso.
Posso repetir o que eu li. Serve? Posso contar história. Serve?
Durante a II Guerra Mundial, depois que Londres era atacada pela Blitzkrieg, Winston Churchill ia pra rua. Ele queria ser visto pela população. Acreditava que isso traria tranquilidade para as pessoas e as inspiraria a se recuperar. Hitler foi se esconder num bunker. Alguém lembra o final da guerra? Quem ganhou?
Ontem, caiu um pé d'água no Rio. Minha rua virou um rio de 1,5m (ou mais) de profundidade. Passada a água, a devastação. O jardim do meu prédio ficou embaixo de lama. Melhor que os meus vizinhos da ponta da rua, que perderam alguns móveis de dentro de casa, sem falar nos carros.
Vi meu porteiro varrendo sozinho o jardim, enquanto eu esperaria o resto da rua esvaziar para poder sair e trabalhar. Quer saber, tomei uma vassoura e fui ajudar. Dali a pouco, lá vieram minha mãe e mais duas vizinhas pra ajudar. Bacana, né? Inspirei o pessoal, dando o exemplo.
Aí, quando a coisa estava meio que encaminhada, fui dar um passeio pela rua. Parava em frente aos prédios, olhava o pessoal trabalhando. "Até onde foi a água? Perdeu alguma coisa? Ficou tudo bem, afinal?" Só fazer essas perguntas provocava a simpatia das pessoas. Algumas, eu nunca tinha visto e vinham me mostrar os estragos e os salvados.
Impressionante. Faz diferença. Amundsen e Churchill tinham razão. Preciso ler menos e sair mais... Ou precisa chover mais?
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Pedro Wolff
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26.10.05
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Transparência
A organização Transparency International aponta os índices de corrupção/transparência no mundo todo. Eles têm uns kits anti-corrupção no site e umas dicas de como andam os propinodutos, valeriodutos, delayodutos mundo a fora. Se você for lá, vai ver que isso não é só aqui no Brasil, nem nos países em desenvolvimento.
Muitas empresas européias achavam a corrupção natural. Incentivavam, mesmo. Eu sabia, por exemplo, que algumas empresas alemãs tinham dotação orçamentária para pagar lobistas no Brasil. Se isso não é incentivar, é o que?
A boa notícia é que as coisas têm mudado. Sartre dizia que uma boa solução para os problemas da náusea provocada pela existência humana era a transparência. A total franqueza e transparência. Como isso não existe, não temos solução (pensava ele). O engraçado é que na primeira parte do pensamento, ele tinha apoio.
Jack Welch fez da GE a maior empresa do mundo. Sim, aquele pessoal que faz lâmpadas. Ele é um baita entusiasta da franqueza. Ele diz que só sendo franca com seus empregados a empresa poderia crescer, retendo e desenvolvendo talentos.
Aí, vem esse tal de orkut. Esses dias, conheci um pessoal que tinha medo do orkut. "Vão saber o que eu faço/gosto?" Benvindo à era da informação, amigão. Todo mundo sabe o nome/endereço/emprego de todo mundo. Ou o pior: "minha mulher vai poder ler o que os meus antigos amigos escrevem para mim?" Qual o medo? Desconfiar de que?
A foto do meu perfil no orkut é um escândalo. Eu tinha 17 anos e saí para fazer compras com uns amigos no super-mercado... Vestindo um lençol cor-de-rosa. Já tive que explicar essa história pra cliente. E daí? Sou eu, mesmo. Não sou outra pessoa. Não me sinto menos capaz de encontrar soluções eficazes por conta disso.
Adoro transparência. Não estou disposto a ser 100% transparente durante 100% do tempo. É óbvio que não! Mas isso não me impede de ser na maior parte do tempo. Meus amigos, chefes, colegas de trabalho, minha namorada (falando em transparência...) merecem saber com quem estão conversando. Afinal, são todos stakeholders de um grande projeto que eu chamo de minha vida.
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terça-feira, 25 de outubro de 2005
Cheguei ao Rio no sábado de manhã. Minhas costas pareciam ter dado um nó. Experimente ter três horas de sono sentado numa poltrona confortável como uma caixa de sapato. Não entendo como um sujeito feito o Tom Peters (meu herói da vez) consegue gostar da TAM. Enfim, tem gosto pra tudo.
Na volta, muitos encontros, muitas histórias. Estela e eu finalmente pudemos comemorar nossos 3 anos de namoro. Fomos ao cinema e curtimos A Noiva Cadáver. Bizarramente bacana. Tim Burton, né? Gótico, algo deprê, algo Hollywood sem ser nada disso. Pop.
Também teve passeio na Lagoa e livros caríssimos pra olhar e babar.
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Pedro Wolff
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quinta-feira, 20 de outubro de 2005
Um dos cabras que estavam aqui em Fortaleza voltou pro Rio. Eu volto na madrugada de sexta pra sábado. Chego lá às 6:20h. Se isso é hora de gente decente!!
O dia foi meio modorrento, hoje. Nada de especial. A parte boa é que adiantei o trabalho pra chuchu.
Ainda não me decidi se vou sair, hoje. Acho que vou só dar um passeio pela praia. Levar cantada de traveco, ontem, não foi uma experiência agradável.
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Pedro Wolff
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20.10.05
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Pedro vai conhecer os locais
Lá vou eu conhecer a boite local. Chama Armazém. Rola forró e disco. Ambiente prometia ser legal, pertinho do hotel.
Já pelo caminho, começo a me sentir a pessoa mais gostosa do mundo. Todas as meninas da rua me pediam cigarro. Inda bem que eu não fumo!
Chegando lá... Bom, eu ainda era gostoso. Qualquer gringo é gostoso naquele lugar. Cruzes! Pessoas mais pudicas e politicamente corretas, parem de ler este post agora.
A G O R A ! !
Quem não tinha cara de empregadinha, tinha de puta. Assim não dá. Diacho! Terra de mulher esquisita! E se fosse só a cara, até dava jeito, mas né não. Tem a bunda também. A mulherada aqui não tem bunda, sei-lá-eu-por-quê... (dá-lhe, namorada!!!!)
Falando nela, comprei o(s) presente(s) de aniversário de namoro. Espero que ela goste. Também, se não gostar, pode vir aqui trocar.
Não lembro se já disse. A cidade, apesar de tudo, é limpa. Está crescendo a olhos vistos. As praias são lindas, com enormes cardumes passando ocasionalmente. A água bem azul.
Meu cliente também é dez. A obra que eles estão realizando, para instalação de pista de testes (ei, isso não é segredo. É só passar em frente e ver!) está maravilhosa. Também é bem limpa e sem desperdício. A peãozada trabalhando direto.
No mais, saudades. Honestamente, essa viagem está muito gostosa. Pouca coisa é tão boa quanto blogar na varanda do meu quarto, ao som do mar. Ainda assim, trocava por estar hoje dormindo no colo da minha namorada...
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Pedro Wolff
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terça-feira, 18 de outubro de 2005
Tem coisa mais insossa do que vir até Fortaleza pra jantar em churrascaria? Vou te contar... Preciso repensar os meus colegas de trabalho.
Minha namorada, lá no Rio, deve mesmo estar tiririca da vida. Não me ligou. Até mandou um torpedinho, assim como quem diz que lembra, mas não ligou. Não posso culpá-la... Amanhã, fazemos 3 anos de namoro e eu tô aqui, nesse fim de mundo ensolarado.
O pior ela não sabe. Ainda não se confirmou, mas talvez eu tenha que passar o fim-de-semana aqui e trabalhar nos primeiros dias da semana que vem. Isso seria muito desagradável, mas há o risco...
À noite, vou testar se a internet do hotel voltou a funcionar. Não consegui conexão ontem.
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Pedro Wolff
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segunda-feira, 17 de outubro de 2005
Fortaleza. Esta cidade é quente, mas venta bastante. Esse vento ameniza o calor. Não é como no Rio. De mais, a cidade parece nova. Os prédios são novos e altos. Há muitas casas antigas, mas elas parecem estar acabando.
Ainda há muitos lotes vazios à beira-mar, como numa cidade pequena litorânea do Rio. Ontem, fomos até a Praia do Futuro e vi muitos terrenos vazios. Também há muita prostituição e o vexame da prostituição infantil. A água é quente.
À noite, fomos a um bar, chamado Boteco. Samba! Incrível.
O curioso é que não parece haver a mesma distância entre pobres e ricos que vi em Salvador. A concentração de renda não parece ser tanta. Sequer parece com a do Rio.
Fico aqui toda a semana. O cliente é bacana. É uma montadora de jipes chamada Troller. Para quem gosta de jipe, dispensa apresentações. Ainda assim, há muito mais a conhecer. A linha de montagem é muito interessante.
Quarta-feira, aniversário de namoro...
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Pedro Wolff
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17.10.05
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